Algumas pessoas interpretaram um possível machismo em meu texto, o que digo ser um equívoco ou uma interpretação que de longe não foi minha intensão. Contudo, de modo geral amigos e muitas amigas entenderam o espírito da sátira e me comentaram de forma positiva a respeito do primeiro ato.
Agradeço sinceramente pelo apoio!
"E li seu texto e gostei muito, tirando os erros, que acredito foram gráficos, os quais vc já havia me alertado, está ótimo. E explico: o tema é novo, nunca li nada sobre aeromoças feias, e sua observação foi perfeita, é isso mesmo o que está acontecendo; sem contar seu humor delicado mas no alvo, sem meias palavras, mas acima de tudo ético. Merecedor de página em jornais de circulação nacional. "
(Laura Moura - Amiga e jornalista)
"Adorei suas crônicas continue escrevendo pois talento não lhe falta."
(Edna Vejan - Amiga, poeta e professora)
"A continuação é ainda mais dotada de um valor sublime de ironia. A cada linha a identificação do presente em sarro. Parabéns pela inteligência e a crítica no ponto certo".
(Pde. Alfredo Bertolini - colega de papos vários e padre)
"Li o teu artigo, e confesso que gostei mais do primeiro. Acho que neste último você foi mais conceitual, argumentativo, e no outro, mais ficcional (embora com intenção crítico-analítica). Agrada-me mais o teu posicionamento. Numa época onde o capitalismo é "consenso", e quase ninguém critica os dogmas teológicos de "mercado", "livre iniciativa" etc. (que ocultam uma contraparte, a imensa miséria da maioria das pessoas no planeta), é salutar que existam vozes, entre as gerações mais novas, que "desafinem o coro dos contentes" (como dizia Sousândrade) para mostrar que a coisa não é bem assim, que esse consenso é fundado na mentira, numa extrordinária mentira. Agora, você precisa definir se quer levar essa crítica no plano teórico-argumentativo (o que pressupõe um mergulho mais fundo na análise do sistema) ou algo alegórico, simbólico, literário (que pressupõe outra atitude frente à escrita, dando mais destaque à escolha das palavras e à construção das frases, usando os recursos da linguagem poética, como a metáfora, a metonímia etc., de modo pessoal e criativo). Enfim, estas são apenas impressões iniciais de leitura. "
(Claudio Daniel - amigo, vizinho, poeta, escritor, filósofo, jornalista...)